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Retorno de Glee – Divagando

Retorno de Glee – Divagando

Glee retornou, para minha felicidade. Me considero um Gleemaniaco, escuto as músicas, tenho todas elas, canto no chuveiro, finjo estar cantando até no ônibus, só me falta dançar. Entretanto, neste episódio de retorno, me deparei com um abismo entre música e conflitos.
O episódio (14) tem como nome “Hell-o” (tendo como tradução livre “o inferno”), entretanto a história não dá ênfase no inferno, mas sim em “olá”, que em inglês é “Hello” – um jogo com a pronuncia das palavras. O enfoque é dado para músicas que possuem isso como tema (o Hello, não o Hell-o), acredito que, de certa forma, não foi utilizado por acaso. Sempre quando vemos alguém damos um “oi”, sinal de carinho e boas-vindas, por isso a utilização, um “bem-vindo – ao inferno – novamente, Glee” (literalmente).
Confesso que não gostei das músicas, entretanto os conflitos me agradaram, estranho isso. Não sou experiente em inglês, de nada adianta ter uma música com letra bonita não vou entender nada, ou quase nada. O ritmo deve me envolver, entrar na minha psique, me fazer flutuar conforme as notas musicais são tocadas. Sim, sou assim! ;D
Destaco dois conflitos, o do Finn (Cory Monteith) e do William (Matthew Morrison) que são, literalmente, a mesma coisa: dor de cotovelo. Quer ver?
Finn tem dúvidas quanto ao que sente por Rachel (Lea Michelle), pelo menos é o que mostra durante a maioria do episódio, entretanto coisas acontecem dando um novo rumo para a história. Nos minutos finais, Rachel dá um pé na bunda de Finn… Por quê? Ela está apaixonada por outro cara! Um galã ator de cinema, bailarino e clássico galanteador. Seu nome? Jessie. Romântico. Porém, nada como um pequeno detalhe, que faz toda a diferença, para acabar com isso. Jassie faz parte de um grupo rival, mais precisamente, o líder deles.
O que Rachel resolve fazer para manter as faiscas desse amor? Mentir. Digo, omitir.
William, ó doce William, quero dizer, porra William! Ele termina com uma, tenta transar com outra (o amor da vida dele, a Emma – Jayma Mays) e ainda dá uns amassos com a responsável pelo grupo rival (do Jassie). Coisa boa, não? E o pior, fica sozinho no final. Tudo em um único episódio. Porra William!
Chega, se quiser veja com seus próprios olhos.
PS: Gostei disso. Divagar sobre episódios vai ser legal. Acostume-se. =D

Crédito: Glee Lovers
Minhas expectativas do futuro!

Minhas expectativas do futuro!

Antes de começar o post, devo alertá-lo que minhas expectativas para o futuro não são nada animadoras. Não vou mentir, irei falar com base no agora. Há algum tempo escrevi um artigo para o site O Artigos (onde reúne vários artigos de centenas de autores diferentes) sobre esse assunto: Um futuro incerto de uma certeza certeira.

Vou destacar três mudanças que acho decisivas para modificar por completo a nossa forma de viver. O destaque estará em ordem de importância, claro que é minha opinião, como tudo neste blog.

1. Ar

Julgo o ar mais importante que a água e a comida. Conseguimos viver 10 minutos sem água e comida, mas o ar que respiramos é essencial. Entretanto não conseguimos sobreviver com qualquer ar, nosso corpo é criterioso e impõe a necessidade de um ar de qualidade ou o mais perto disso.

Com o aumento do gás carbônico na atmosfera e a destruição em massa das árvores e corais, nosso ar se tornará cada vez mais impróprio. A menos que nosso corpo desenvolva a capacidade de “purificar” o ar que respiramos ou que os cientistas bolem uma forma de tornar o ar adequado, estaremos fadados a sufocar, literalmente.

2. Água

A água é o ouro dos seres vivos. Assim como o ar, não conseguimos sobreviver sem. Todos os seres dependem deste recurso que, a cada dia, se torna mais escasso. Grande parte do planeta é composto de água, mas de que adianta se não podemos bebe-la? A poluição e o uso descontrolado da mesma são os principais fatores que farão esse bem tão valioso se tornar cada vez mais raro.

3. Comida

Com a água cada vez mais rara, acredito que desenvolveremos outras formas de suprir as necessidades do nosso corpo. Uma pílula de nutrientes essenciais será nossa nova comida no futuro. As chuvas se tornarão raras, por que gastar água com comida se poderemos criá-las em laboratório? Esse é o meu ver. Substituir as frutas e legumes por pílulas com seus nutrientes.

Como você pode ter visto, não fui tão pessimista. Citei três principais pontos que decidirão o futuro dos seres humanos. Não dei enfoque nos conflitos sociais, nas possíveis guerras por água e nem na caça por alimentos e água. Também não comentei que as tecnologias que hoje são “caras” possuem uma grande chance de se tornarem mais caras ainda. O mundo está entrando em um grande buraco negro que só tende a piorar se nada for feito.

Acompanhe o documentário sobre o Mundo em 2100. São 8 vídeos de 10 minutos. Vale a pena. (Recomendado por @iv_blog)