Archive for category: Opinião

[Resenha] A Cabana

[Resenha] A Cabana

Dados Técnicos:

Nome do livro: A Cabana
Autor: William P. Young
Editora: Sextante
ISBN: 978-85-99296-36-3
Ano de lançamento: 2008
Quantidade de páginas: 240
Formato: 14×21 cm

Compre o livro: Livraria Saraiva | Submarino

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Votos:
História – 5 de 5 pontos
Diagramação & Capa - 5 de 5 pontos

Sinopse:

A filha mais nova de Mackenzie Allen Philip foi raptada durante as férias em família e há evidências de que ela foi brutalmente assassinada e abandonada numa cabana. Quatro anos mais tarde, Mack recebe… leia mais uma nota suspeita, aparentemente vinda de Deus, convidando-o para voltar àquela cabana para passar o fim de semana. Ignorando alertas de que poderia ser uma cilada, ele segue numa tarde de inverno e volta a cenário de seu pior pesadelo. O que encontra lá muda sua vida para sempre. Num mundo em que religião parece tornar-se irrelevante, “A Cabana” invoca a pergunta: “Se Deus é tão poderoso e tão cheio de amor, por que não faz nada para amenizar a dor e o sofrimento do mundo?” As respostas encontradas por Mack surpreenderão você e, provavelmente, o transformarão tanto quanto ele.

Comentários: O monstro dos meus pesadelos.

Comentários: O monstro dos meus pesadelos.

Ok, eu confesso. Não sou muito de comentar em outros blogs. Não é algo como “sou especial e somente você deve comentar no meu blog“, não é nada disso. Tenho dificuldade em compartilhar e formular alguma opinião, dessa forma prefiro ficar calado do que falar apenas um “gostei, parabéns“.
Expressar uma opinião própria, dependendo do “nível exigido”, pode se tornar um gigantesco bicho de sete cabeças para mim, é complicado. Isso é tão evidente que, se ainda restar dúvidas sobre minha limitação em expor algo, é só ler meus artigos no Sem Preceito na categoria “Opinião” ou os daqui mesmo.
Não sou nenhum “bam bam bam” na construção e elaboração das postagens. Então, se um dia você receber um RT com poucas palavras, sinta-se satisfeito, é o máximo que consigo.
Aqueles que mais me conhecem (ou aqueles que estão me conhecendo) devem estar pensando “mais um drama, logo logo passa”, mas a verdade não é essa. Não é somente mais um de meus dramas, é diferente, é “real“.
Entretanto, como tenho muito tempo até 2012, existe alguns planos para que esse meu “defeito de fábrica” seja arrumado no próximo “upgrade”. ;)
Retorno de Glee – Divagando

Retorno de Glee – Divagando

Glee retornou, para minha felicidade. Me considero um Gleemaniaco, escuto as músicas, tenho todas elas, canto no chuveiro, finjo estar cantando até no ônibus, só me falta dançar. Entretanto, neste episódio de retorno, me deparei com um abismo entre música e conflitos.
O episódio (14) tem como nome “Hell-o” (tendo como tradução livre “o inferno”), entretanto a história não dá ênfase no inferno, mas sim em “olá”, que em inglês é “Hello” – um jogo com a pronuncia das palavras. O enfoque é dado para músicas que possuem isso como tema (o Hello, não o Hell-o), acredito que, de certa forma, não foi utilizado por acaso. Sempre quando vemos alguém damos um “oi”, sinal de carinho e boas-vindas, por isso a utilização, um “bem-vindo – ao inferno – novamente, Glee” (literalmente).
Confesso que não gostei das músicas, entretanto os conflitos me agradaram, estranho isso. Não sou experiente em inglês, de nada adianta ter uma música com letra bonita não vou entender nada, ou quase nada. O ritmo deve me envolver, entrar na minha psique, me fazer flutuar conforme as notas musicais são tocadas. Sim, sou assim! ;D
Destaco dois conflitos, o do Finn (Cory Monteith) e do William (Matthew Morrison) que são, literalmente, a mesma coisa: dor de cotovelo. Quer ver?
Finn tem dúvidas quanto ao que sente por Rachel (Lea Michelle), pelo menos é o que mostra durante a maioria do episódio, entretanto coisas acontecem dando um novo rumo para a história. Nos minutos finais, Rachel dá um pé na bunda de Finn… Por quê? Ela está apaixonada por outro cara! Um galã ator de cinema, bailarino e clássico galanteador. Seu nome? Jessie. Romântico. Porém, nada como um pequeno detalhe, que faz toda a diferença, para acabar com isso. Jassie faz parte de um grupo rival, mais precisamente, o líder deles.
O que Rachel resolve fazer para manter as faiscas desse amor? Mentir. Digo, omitir.
William, ó doce William, quero dizer, porra William! Ele termina com uma, tenta transar com outra (o amor da vida dele, a Emma – Jayma Mays) e ainda dá uns amassos com a responsável pelo grupo rival (do Jassie). Coisa boa, não? E o pior, fica sozinho no final. Tudo em um único episódio. Porra William!
Chega, se quiser veja com seus próprios olhos.
PS: Gostei disso. Divagar sobre episódios vai ser legal. Acostume-se. =D

Crédito: Glee Lovers
O menino do pijama listrado [Livro]

O menino do pijama listrado [Livro]

Há pouco terminei de ler o livro. Embora em algumas partes a linguagem seja repetitiva, a leitura fluiu naturalmente no decorrer das 186 páginas. Este post não servirá para comparar o livro com o filme, mas sim para descrever os acontecimentos do livro. Deixarei as comparações para outra oportunidade.

Assim como estou escrevendo sobre o livro, irei escrever sobre o filme. Tentarei não misturar os acontecimentos dos dois que, embora parecidos, possuem algumas diferenças. Espero que goste deste “resumo”, pois será um dos assuntos principais que abordarei no Luan Feelings.

Descrever um livro não é fácil, dependendo dos acontecimentos haverá sempre muitas opiniões ao redor dele. Entretanto serei fiel ao livro e aos fatos descritos nele. Você notará que em alguns pontos estarei dando a minha opinião, não se assuste. Você pode participar comentando.

A história:

Bruno, um garoto de apenas 9 anos. Gratel, uma menina-adulta com seus 13 anos de idade. Mamãe e papai. Avô e Avó. Maria, a empregada. São alguns personagens desta história que, no começo, não aparenta nada de “anormal” ou diferente. Apenas uma história, infantil, eu diria. Uma visita inesperada, uma mudança precipitada. Foram os responsáveis por engatarem a história em eixos onde os acontecimentos começam a aparecer.

Ingenuidade e curiosidade, características de todas as crianças, especialmente de Bruno. Ingenuidade que fazia-o acreditar que não haviam maldades no coração do pai, que o que acontecia logo após a cerca era algo “bom”. Curiosidade que fez Bruno encontrar a cerca, consequentemente Shmuel, o menino do pijama listrado.

Por obra do destino, Shmuel tinha a mesma idade de Bruno, crianças nascidas no mesmo dia. Tal fato não encontrado por Shmuel no outro lado da cerca. Coincidência? Aos poucos a história se desenrola e ambos os garotos se tornam amigos.

Bruno visitava Shmuel todos os dias, no mesmo horário. Passou a levar comida para ele. Conversavam por horas, sobre assuntos diversos. Bruno falava de como Berlin era linda, como as casas se pareciam, como eram os amigos e como ele conseguia ver até o outro lado da cidade se ficasse nas pontas dos pés de frente à janela.

Shmuel contava à Bruno sobre sua terra natal, sobre como havia chegado ali. Comentava sobre sua mãe, sobre como havia aprendido alemão. Descrevia como era chato e triste viver daquele lado da cerca, de como os soldados tratavam a todos (com grosseria e palavrões).

Shmuel era especial, assim como Bruno também era. Ambos chegaram ao mais fino laço de amizade no exato momento que Bruno renegou ter conhecido Shmuel.

A mesma inocência e curiosidade levaram Bruno e Shmuel a um beco sem saída que, por questões éticas não irei comentar, já que essa é a melhor parte do livro, o desfecho de toda a história e não seria nada legal eu entregá-la dessa forma, correto?

Leia o livro, conheça-a mais “intimamente”, viaje na história e assista o filme. Recomendo, se não fosse no mínimo interessante, eu não estaria escrevendo este post, né? Porém, todos os livros terão um espaço e, com certeza, falarei quando algum não me agradar.

Concluindo: Não é o melhor livro do mundo, mas é bom o suficiente a ponto de me fazer viajar na história apresentada por ele. Vale a pena gastar um dinheirinho para comprá-lo. Se você já leu, aguardo sua opinião. Se ainda não, o que escrevi não te deu vontade de ler?

Abraços.